quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

26/01/2010 - 10h27 Um dia após retorno, Oscar treina com garotos da base no São Paulo Renan Prates Em São Paulo

Um dia após se reapresentar no São Paulo, o meia-atacante Oscar, por ordem de Ricardo Gomes, treinou com os garotos da base recém-promovidos aos profissionais..

Oscar fez exercícios ao lado de Mazzolla, David, Wagner Diniz (não era da base, mas não faz parte dos planos), Henrique e Aislan no outro lado do campo, enquanto Ricardo Gomes realizou um treino com o restante do elenco.

O meia-atacante do São Paulo ainda está em litígio com o time tricolor, pois reclama de irregularidades no seu contrato e pediu a rescisão dele na Justiça do Trabalho.

Como o São Paulo conseguiu cassar a sua liminar na Justiça que rescindia o contrato entre as duas partes, Oscar foi obrigado a se reapresentar, mas só o fez com 12 dias de atraso.

No começo deste mês, o advogado André Ribeiro, que representa o atleta, tentou reaver a liminar, porém sua solicitação não foi atendida pela desembargadora. Assim, o jogador é obrigado a cumprir seus deveres. A disputa judicial segue, e a audiência está marcada para abril.

Considerado a principal joia das categorias de base do clube, Oscar chegou a declarar que não voltaria a trabalhar com a atual diretoria. Os cartolas, entretanto, minimizaram a postura do atleta e afirmaram que ele seria recebido de braços abertos.

O presidente Juvenal Juvêncio revelou nesta segunda que André Ribeiro pediu para ser dono de 30% dos direitos econômicos do seu cliente. Caso contrário, entraria na Justiça, como de fato ocorreu.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

martorelli "dirigente" do sindicato de atletas futebol

Sindicato dos Atletas condena diretoria
Questões judiciais envolvendo o clube foram condenadas

O garoto Oscar é um dos jogadores da base que entraram com ação judicial contra o Tricolor (Crédito: Tom Dib)
Vinícius Mendes
Além do mercado agitado e a estreia dos times nos campeonatos estaduais, outro assunto vem sendo discutido pelas pessoas ligadas ao futebol. A questão jurídica envolvendo os atletas das categorias de base do São Paulo, que levou a tona várias questões sobre a realidade que os jogadores vivem em seus clubes.
Quem resolveu se pronunciar dessa vez foi o Sindicato de Atletas Profissionais de São Paulo, através de seu presidente Rinaldo José Martorelli. Segundo o dirigente, os garotos estão corretos em recorrer a Justiça contra o Tricolor e que todos os times maltratam os jogadores das bases.
- Há um pretexto para burlar a lei. Quando os meninos vão assinar os contratos, os clubes colocam vários documentos embutidos, como prorrogação de contrato e outros efeitos aditivos. Os meninos, que sempre estão em situação de dificuldade financeira, assinam os contratos pensando que estão formando um vínculo com o clube, mas acabam presos. O Oscar, o Diogo e o Lucas Piazon são apenas vítimas, e estão certos de entrar na Justiça contra o clube. O São Paulo maltrata a sua base assim como todos os clubes grandes - esbravejou.
Martorelli falou também sobre a polêmica dos chamados "direitos de arena", onde os clubes devem pagar 20% aos atletas que participam das partidas, de acordo com a participação de cada um deles no time. Esta semana, sete ex-jogadores do São Paulo (Fabão,

Resposta ao Sindicato no mesmo tom

Tricolor chama presidente de oportunista

Frase recente do volante Edmílson foi citada em nota do Tricolor (Crédito: Tom Dib)
LANCEPRESS!
O São Paulo Futebol Clube não deixou barato em relação às duras críticas que recebeu do Sindicato dos Atletas de São Paulo. Em tom também agressivo, o departamento jurídico do clube emitiu nota chamando o presidente Rinaldo José Martorelli de oportunista. Para o clube, o momento do Tricolor, que sobre com ações judiciais de três atletas, foi usado pelo Sindicato para simples promoção.
Como crítica de que o Sindicato não realiza bem as suas atividades, o clube lembrou de frase recente do palmeirense Edmílson, que mostrou desocnhecimento em relação ao Sindicato quando Vagner Love foi agredido por torcedores.
Veja os principais trechos (ou mais abaixo, na íntegra):
"Parece que o Presidente do Sindicato viu no movimento pontual das ações recentemente ajuizadas contra o São Paulo a oportunidade de se colocar "sob as luzes" geradas pela repercussão dos fatos junto à opinião pública"
"Impossível para um clube com a tradição de seriedade do São Paulo não se indignar ou mesmo reagir diante da gravidade da acusação de que teria coagido a mãe de um atleta, como fez o presidente do Sindicato que sequer tem conhecimento suficiente dos fatos para proferir essa grave acusação."
"O presidente do Sindicato deveria direcionar suas manifestações aos temas relacionados à sua gestão a frente do Sindicato, que já remonta mais de quinze anos de questionável continuidade"
"O presidente do Sindicato deve explicar se tem legitimidade para ocupar o cargo, uma vez que deixou de ser atleta ainda na década de noventa e, atualmente, é advogado militante"
Sobre direitos de arena: "o Sindicato dos Atletas se incumbiu de realizar a função de "repassador" de tais valores e, por essa atividade, se arvorou o recebimento de um valor sobre o repasse, a título de "percentual de administração"
Confira a íntegra da nota emitida:
" O São Paulo Futebol Clube, nos últimos dias, tem sido objeto de manifestações inoportunas e descabidas emanadas pelo presidente do Sindicado dos Atletas do Estado de São Paulo.
1 - Primeiramente, tais manifestações revelam nítido caráter oportunista. Subitamente, o presidente do Sindicato se põe a criticar procedimentos rotineiros adotados há décadas pelo São Paulo e que nunca houveram sido objeto de qualquer contestação pelo Sindicato dos Atletas de São Paulo. Parece que o Presidente do Sindicato viu no movimento pontual das ações recentemente ajuizadas contra o São Paulo a oportunidade de se colocar "sob as luzes" geradas pela repercussão dos fatos junto à opinião pública.
2 - As manifestações são, ainda, levianas. O Presidente do Sindicato dos Atletas de São Paulo não tem suficiente conhecimento dos fatos e de seu contexto a ponto de poder afirmar que os procedimentos adotados pelo São Paulo revelariam "má-fé" ou que haveria "insatisfação" por parte de atletas do São Paulo. Mais grave ainda quando se põe a mencionar a existência de "coação" contra a mãe de um atleta. Nada mais absurdo e irresponsável!
3 - Impossível para um clube com a tradição de seriedade do São Paulo não se indignar ou mesmo reagir diante da gravidade da acusação de que teria coagido a mãe de um atleta, como fez o presidente do Sindicato que sequer tem conhecimento suficiente dos fatos para proferir essa grave acusação. O São Paulo não coagiu ninguém e, conforme exposto na sua nota de 13.1.2010, o São Paulo reitera que sempre realiza os procedimentos e contratos com os atletas em estrita observância da legislação nacional e procedimentos da FIFA aplicáveis.
4 - Tanto assim que, no caso específico do atleta Oscar, as manifestações e documentos apresentados pelo Clube e pelo Atleta já foram apreciados por duas Desembargadoras do Tribunal Regional do Trabalho, Dra. Maria da Conceição Baptista e Dra. Rosa Maria Villa, e ambas, no âmbito dos fatos e documentos que lhes foram dados a conhecer, reconheceram a licitude dos procedimentos adotados pelo São Paulo para manter o vínculo de Oscar com o Clube, como efetivamente até hoje mantido está. Assim como, até o momento, Diogo e Lucas também mantêm em plena vigência seus vínculos contratuais com o Clube.
5 - Por oportuno, o presidente do Sindicato deveria direcionar suas manifestações aos temas relacionados à sua gestão a frente do Sindicato, que já remonta mais de quinze anos de questionável continuidade.
6 - Primeiramente, o presidente do Sindicato deve explicar se tem legitimidade para ocupar o cargo, uma vez que deixou de ser atleta ainda na década de noventa e, atualmente, é advogado militante. Não é comum que a representatividade sindical seja exercida por alguém que não faz parte da categoria, mesmo que tenha um dia feito, ainda mais em termos tão longínquos. O representante sindical deve conhecer as peculiaridades e os problemas atuais da categoria que pretende representar, o que, no caso do Sindicato dos Atletas, seria atribuição de um atleta em atividade e não de um advogado.
7 - Quanto ao mais, o presidente do Sindicato dos Atletas de São Paulo deve explicações sobre os resultados práticos obtidos na sua já longa gestão, durante a qual o Sindicato dos Atletas de São Paulo jamais realizou um único acordo ou convenção coletiva em benefício da categoria.
8 - De outra parte, o Sindicato dos Atletas foi agente de um acordo realizado no ano 2000 com Clube dos 13 e Federação Paulista de Futebol, cuja finalidade seria a de fixar o valor do repasse do percentual do direito de arena aos atletas. Ao contrário do afirmado pelo presidente do Sindicato dos Atletas percentual disposto no referido acordo judicial não está configurado nos documentos existentes como "adiantamento".
Na oportunidade, o Sindicato dos Atletas se incumbiu de realizar a função de "repassador" de tais valores e, por essa atividade, se arvorou o recebimento de um valor sobre o repasse, a título de "percentual de administração". Administração de um acordo que não pôs fim aos litígios que, ao contrário, só fizeram aumentar entre atletas e clubes. Todavia, o Sindicato segue recebendo regiamente sua comissão - "percentual de administração" - sobre valores que os clubes poderiam perfeitamente repassar diretamente aos seus atletas.
9 - Oportuno questionar em que ações práticas em favor dos seus representados o Sindicato dos Atletas de São Paulo aplica as significativas receitas que recebe. É de rigor constatar que, apesar de ser seu presidente advogado militante, e não atleta, o Sindicato não tem se dignado prover assistência jurídica em favor dos seus representados. O Sindicato se limita a indicar escritórios terceirizados para assumirem as demandas dos atletas, aos quais atletas ficam obrigados a pagar honorários.
10 - Por fim, vale reproduzir a manifestação do jogador Edmilson, da Sociedade Esportiva Palmeiras, que, após um colega ter sofrido uma agressão, perguntou "Cadê o Sindicato? Não conheço o presidente, não sei quem é o dono, mas é descontado do meu salário". Tais manifestações devem suscitar a discussão sobre a atuação do Sindicato dos Atletas de São Paulo, tema que deve ser tido como mais relevante e merecedor de mais crédito do que eventuais manifestações inoportunas e descabidas do seu presidente.
DIRETORIA JURÍDICA "

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

blog do neto corintiano

02/01/2010


Salários atrasados com grana sobrando. Dá pra entender???

Começo o ano fazendo uma crítica à diretoria do Corinthians. Isso porque li no “Painel” do jornal Folha de São Paulo da última quinta-feira uma nota contando que o vice de marketing do clube, Luís Paulo Rosenberg, teria liberado o presidente Andrés Sanchez a gastar a vontade na formação do elenco em 2010. O cartola alegou receita farta no ano do centenário.
Engraçado, né? Se a grana está sobrando tanto assim porque o clube não acertou antes as dívidas com os seus funcionários? Soube, por exemplo, que o pessoal só recebeu o 13º porque o Ronaldo abriu mão do dele para colocar a casa em ordem. É brincadeira??? Isso sem contar as dívidas trabalhistas, que vira-e-mexe são empurradas com a barriga. O Finazzi que o diga.


Esse senhor Rosenberg deveria controlar mais as suas declarações públicas. Ser até um pouquinho mais humilde. Responsabilidade nas palavras. Se bem que de uns tempos para cá ele parece ter mais força que o próprio presidente. E de pensar que no tempo todo em que vesti a camisa do Timão nunca vi esse sujeito dentro do clube.
Politicamente o Corinthians inicia o ano muito conturbado. Só espero que isso não acabe refletindo no desempenho do time dentro de campo.
Categoria: GeralEscrito por Neto às 11h19[(392) Vários Comentários] [envie esta mensagem ] []